quarta-feira, 27 de julho de 2016

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Um texto retirado do coração de Deus_Fonte eterna


Ler na origem: http://padrejoaoantonio.blogs.sapo.pt/1522652.html
ROTEIRO (espiritual) PARA ESTA SEMANA

Estamos na semana que tem o nome de santa. É uma semana que nos junta e que nos deve unir. É uma semana que nos faz correr, mas que também nos deve fazer parar. É uma que nos envolve no exterior e que nos deve transformar no interior.
É uma semana em que sentimos próximo o que é mais distante. Na Sexta-Feira Santa assinalamos a morte. Poucas horas depois, festejamos a vida.
Grande lição esta: a morte está aqui; a ressurreição mora já ali. Entre a morte e a vida há uma diferença tão grande e, ao mesmo tempo, uma distância tão pequena!
Jesus morreu. Jesus morre. Ele está na morte de tantas pessoas, sufocadas no patíbulo da desumanidade infrene. A Cruz não foi. A Cruz é.
Com Aquele que perdoou, aprendamos a perdoar.Com Aquele que deu, aprendamos a dar.Com Aquele que amou, aprendamos a amar.Com Aquele que é bom, aprendamos a ser bons.Vale a pena parar hoje, para melhor (re)começar amanhã.
A fé não é alienante. Não nos retira da vida. Atira-nos para as profundezas (mais obscuras) do mistério da existência.
Nesta semana em que somos confrontados com a dor do mundo na dor do Filho de Deus, fique a baloiçar no nosso interior a palavra de Dietrich Bonhoeffer: «O Homem está chamado a sofrer com Deus no sofrimento que o mundo sem Deus inflige a Deus».
Em Cristo, Deus sofre connosco, em nós. Mesmo que não O sintamos.
Na visita pascal, iremos anunciamos a ressurreição transportando o Crucificado. Parece paradoxal. Mas é a verdade. E faz todo o sentido.
Antes de mais, é muito difícil figurar um corpo ressuscitado. Nem os discípulos reconheceram Jesus: era o mesmo mas com uma configuração diferente.
Depois, porque o que ressuscita é o mesmo que morre; o que volta à vida é o mesmo que dá a vida; se não morresse não ressuscitaria. Afinal, o grão de trigo, para dar fruto, tem de morrer. Já Ele, Jesus, o (pre)dissera.
Não é, pois, em vão que Jürgen Moltmann usa paradoxais expressões como «ressurreição do Crucificado» e «cruz do Ressuscitado».
O mistério de Cristo é sempre global, não se pode segmentar ou clivar. Foi a pensar n'Ele que von Balthasar escreveu que «a verdade é a totalidade». Jesus integra a glória no sofrimento e eleva o sofrimento à glória.
Eis, por isso, a maior fonte de esperança para quem sofre: Ele sofre connosco, nós sofremos com Ele. Nós podemos vencer o sofrimento e a própria morte. Com Ele. Só com Ele. Sempre com Ele.
A Páscoa vai chegar ao tempo. Que ela chegue à vida. À minha. À tua. À nossa. À vida da humanidade inteira.
Feliz Páscoa! Feliz tempo! Feliz vida!

sábado, 27 de dezembro de 2008


MENSAGEM URBI ET ORBI
DE SUA SANTIDADE
BENTO XVI

Santo Natal, 25 de Dezembro de 2008

«Apparuit gratia Dei Salvatoris nostri omnibus hominibus» (Tt 2, 11).

Amados irmãos e irmãs, com as palavras do apóstolo Paulo renovo o jubiloso anúncio do Natal de Cristo: sim, hoje, «manifestou-se a todos os homens a graça de Deus, nosso Salvador»!

Manifestou-se! Isto é o que a Igreja hoje celebra. A graça de Deus, rica em bondade e ternura, já não está escondida, mas «manifestou-se», manifestou-se na carne, mostrou o seu rosto. Onde? Em Belém. Quando? Sob César Augusto, durante o primeiro recenseamento a que alude também o evangelista Lucas. E quem é o revelador? Um recém-nascido, o Filho da Virgem Maria. N’Ele manifestou-se a graça de Deus, Salvador nosso. Por isso, aquele Menino chama-Se Jehoshua, Jesus, que significa «Deus salva».

A graça de Deus manifestou-se: eis o motivo por que o Natal é festa de luz. Não uma luz total, como aquela que envolve todas as coisas em pleno dia, mas um clarão que se acende na noite e se difunde a partir de um ponto concreto do universo: da gruta de Belém, onde o Deus Menino «veio à luz». Na realidade, é Ele a própria luz que se propaga, como aparece bem representado em muitos quadros da Natividade. Ele é a luz, que, ao manifestar-se, rompe a bruma, dissipa as trevas e nos permite compreender o sentido e o valor da nossa existência e da história. Cada presépio é um convite simples e eloquente a abrir o coração e a mente ao mistério da vida. É um encontro com a Vida imortal, que Se fez mortal na mística cena do Natal; uma cena que podemos admirar também aqui, nesta Praça, tal como em inumeráveis igrejas e capelas do mundo inteiro e em toda a casa onde é adorado o nome de Jesus.

A graça de Deus manifestou-se a todos os homens. Sim, Jesus, o rosto do próprio Deus-que-salva, não Se manifestou somente para poucos, para alguns, mas para todos. É verdade que, no casebre humilde e pobre de Belém, poucas pessoas O encontraram, mas Ele veio para todos: judeus e pagãos, ricos e pobres, de perto e de longe, crentes e não crentes… todos. A graça sobrenatural, por vontade de Deus, destina-se a toda a criatura. Mas é preciso que o ser humano a acolha, pronuncie o seu «sim», como Maria, para o coração seja iluminado por um raio daquela luz divina. Os que acolheram o Verbo encarnado, naquela noite, foram Maria e José, que O esperavam com amor, e os pastores, que vigiavam durante a noite (cf. Lc 2, 1-20). Foi, portanto, uma pequena comunidade que acorreu a adorar Jesus Menino; uma pequena comunidade que representa a Igreja e todos os homens de boa vontade. Também hoje, aqueles que na vida O esperam e procuram, encontram Deus que por amor Se fez nosso irmão; quantos têm o coração voltado para Ele, desejam conhecer o seu rosto e contribuir para instaurar o seu reino. Di-lo-á o próprio Jesus na sua pregação: são os pobres em espírito, os aflitos, os mansos, os famintos de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os obreiros da paz, os perseguidos por causa da justiça (cf. Mt 5, 3-10). Estes reconhecem em Jesus o rosto de Deus e regressam, como os pastores de Belém, renovados no coração pela alegria do seu amor.

Irmãos e irmãs que me escutais, a todos os homens se destina o anúncio de esperança que constitui o coração da mensagem de Natal. Para todos nasceu Jesus e, como em Belém Maria O ofereceu aos pastores, neste dia a Igreja apresenta-O à humanidade inteira, para que toda a pessoa e cada situação humana possa experimentar a força da graça salvadora de Deus, a única que pode transformar o mal em bem, a única que pode mudar o coração do homem e torná-lo um «oásis» de paz.

Possam experimentar a força da graça salvadora de Deus as numerosas populações que vivem ainda nas trevas e nas sombras da morte (cf. Lc 1, 79). Que a Luz divina de Belém se difunde pela Terra Santa, onde o horizonte parece tornar-se a fazer escuro para os israelitas e os palestinianos, difunda-se pelo Líbano, o Iraque e todo o Médio Oriente. Torne fecundos os esforços de quantos não se resignam com a lógica perversa do conflito e da violência e privilegiam pelo contrário o caminho do diálogo e das negociações para se harmonizar as tensões internas nos diversos Países e encontras soluções justas e duradouras para os conflitos que atormentam a região. Por esta Luz que transforma e renova, anelam os habitantes do Zimbábue, em África, oprimidos há demasiado tempo por uma crise política e social que, infelizmente, continua a agravar-se, coma também os homens e as mulheres da República Democrática do Congo, especialmente na martirizada região do Kivu, do Darfour, no Sudão, e da Somália, cujos infindáveis sofrimentos são uma trágica consequência da falta de estabilidade e de paz. Por esta Luz esperam sobretudo as crianças dos países referidos e de todo os outros em dificuldade, a fim de que seja devolvida a esperança ao seu futuro.

Onde a dignidade e os direitos da pessoa humana são espezinhados; onde os egoísmos pessoais ou de grupo prevalecem sobre o bem comum; onde se corre o risco de habituar-se ao ódio fratricida a à exploração do homem pelo homem; onde lutas internas dividem grupos e etnias e dilaceram a convivência; onde o terrorismo continua a percutir; onde falta o necessário para sobreviver; onde se olha com apreensão para um futuro que se vai tornando cada vez mais incerto, mesmo nas Nações do bem-estar: lá resplandeça a Luz do Natal e encoraje todos a fazerem a própria parte, com espírito de autêntica solidariedade. Se cada um pensar só nos próprios interesses, o mundo não poderá senão caminhar para a ruína.

Amados irmãos e irmãs, hoje «manifestou-se a graça de Deus Salvador» (cf. Tt 2, 11), neste nosso mundo, com as suas potencialidades e as suas debilidades, os seus progressos e as suas crises, com as suas esperanças e as suas angústias. Hoje refulge a luz de Jesus Cristo, Filho do Altíssimo e filho da Virgem Maria: «Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro. Por nós, homens, e para nossa salvação desceu dos Céus». Adoramo-Lo hoje, em cada ângulo da terra, envolvido em faixas e reclinado numa pobre manjedoura. Adoramo-Lo em silêncio enquanto Ele, ainda infante, parece dizer-nos para nossa consolação: não tenhais medo, «Eu sou Deus e não há outro» (Is 45, 22). Vinde a Mim, homens e mulheres, povos e nações. Vinde a Mim, não temais! Vim trazer-vos o amor do Pai, mostrar-vos o caminho da paz.

Vamos, pois, irmãos! Apressemo-nos, como os pastores na noite de Belém. Deus veio ao nosso encontro e mostrou-nos o seu rosto, rico em misericórdia! A sua graça não seja vã para nós! Procuremos Jesus, deixemo-nos atrair pela sua luz, que dissipa a tristeza e o medo do coração do homem; aproximemo-nos com confiança; com humildade, prostremo-nos para O adorar. Feliz Natal para todos!

© Copyright 2008 - Libreria Editrice Vaticana

----------------------------------------------------------------------------------

------------------------------------------------------------------------------------


quarta-feira, 3 de dezembro de 2008






No 34º Domingo do Tempo Comum, celebramos a Solenidade de Jesus Cristo, Rei e Senhor do Universo. As leituras deste domingo falam-nos do Reino de Deus (esse Reino de que Jesus é rei). Apresentam-no como uma realidade que Jesus semeou, que os discípulos são chamados a edificar na história (através do amor) e que terá o seu tempo definitivo no mundo que há-de vir.
A primeira leituraLeitura da Profecia de Ezequiel
Ez 34, 11-12.15-17
utiliza a imagem do Bom Pastor para apresentar Deus e para definir a sua relação com os homens. A imagem sublinha, por um lado, a autoridade de Deus e o seu papel na condução do seu Povo pelos caminhos da história; e sublinha, por outro lado, a preocupação, o carinho, o cuidado, o amor de Deus pelo seu Povo.
O EvangelhoEvangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Mt 25, 31-46
apresenta-nos, num quadro dramático, o “rei” Jesus a interpelar os seus discípulos acerca do amor que partilharam com os irmãos, sobretudo com os pobres, os débeis, os desprotegidos. A questão é esta: o egoísmo, o fechamento em si próprio, a indiferença para com o irmão que sofre, não têm lugar no Reino de Deus. Quem insistir em conduzir a sua vida por esses critérios, ficará à margem do Reino.
Na segunda leituraLeitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
1 Cor 15, 20-26.28
, Paulo lembra aos cristãos que o fim último da caminhada do crente é a participação nesseReino de Deus” de vida plena, para o qual Cristo nos conduz. Nesse Reino definitivo, Deus manifestar-se-á em tudo e actuará como Senhor de todas as coisas (vers. 28). (in Dehonianos)
Imagem acima de: sdpl de viseu
LEITURA I Ez 34, 11-12.15-17
«Quanto a vós, meu rebanho,
hei-de fazer, justiça entre ovelhas e ovelhas»

Leitura da Profecia de Ezequiel
Eis o que diz o Senhor Deus:
«Eu próprio irei em busca das minhas ovelhas
e hei-de encontrá-las.
Como o pastor vigia o seu rebanho,
quando estiver no meio das ovelhas que andavam tresmalhadas,
assim Eu guardarei as minhas ovelhas,
para as tirar de todos os sítios em que se desgarraram
num dia de nevoeiro e de trevas.
Eu apascentarei as minhas ovelhas,
Eu as levarei a repousar, diz o Senhor.
Hei-de procurar a que anda perdida
e reconduzir a que anda tresmalhada.
Tratarei a que estiver ferida,
darei vigor à que andar enfraquecida
e velarei pela gorda e vigorosa.
Hei-de apascentá-las com justiça.
Quanto a vós, meu rebanho,
assim fala o Senhor Deus:
Hei-de fazer justiça entre ovelhas e ovelhas,
entre carneiros e cabritos».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 22, 1-2a.2b-3.5-6
Refrão: O Senhor é meu pastor:
nada me faltará.

O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma.

Ele me guia por sendas direitas,
por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo.

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e o meu cálice transborda.

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre.


LEITURA II 1 Cor 15, 20-26.28
«Entregará o reino a Deus Pai, para que seja tudo em todos»

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Irmãos:
Cristo ressuscitou dos mortos,
como primícias dos que morreram.
Uma vez que a morte veio por um homem,
também por um homem veio a ressurreição dos mortos;
porque, do mesmo modo que em Adão todos morreram,
assim também em Cristo serão todos restituídos à vida.
Cada qual, porém, na sua ordem:
primeiro, Cristo, como primícias;
a seguir, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda.
Depois será o fim,
quando Cristo entregar o reino a Deus seu Pai.
É necessário que Ele reine,
até que tenha posto todos os inimigos debaixo dos seus pés.
E o último inimigo a ser aniquilado é a morte,
porque Deus «tudo submeteu debaixo dos seus pés».
Quando todas as coisas Lhe forem submetidas,
então também o próprio Filho Se há-de submeter
Àquele que Lhe submeteu todas as coisas,
para que Deus seja tudo em todos.
Palavra do Senhor.


ALELUIA Mc 11, 9.10
Refrão: Aleluia. Repete-se
Bendito O que vem em nome do Senhor!
Bendito o reino do nosso pai David! Refrão


EVANGELHO Mt 25, 31-46
«Sentar-Se-á no seu trono glorioso
e separará uns dos outros»

@ Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Quando o Filho do homem vier na sua glória
com todos os seus Anjos,
sentar-Se-á no seu trono glorioso.
Todas as nações se reunirão na sua presença
e Ele separará uns dos outros,
como o pastor separa as ovelhas dos cabritos;
e colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda.
Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita:
‘Vinde, benditos de meu Pai;
recebei como herança o reino
que vos está preparado desde a criação do mundo.
Porque tive fome e destes-Me de comer;
tive sede e destes-Me de beber;
era peregrino e Me recolhestes;
não tinha roupa e Me vestistes;
estive doente e viestes visitar-Me;
estava na prisão e fostes ver-Me’.
Então os justos Lhe dirão:
‘Senhor, quando é que
Te vimos com fome
e Te demos de comer,
ou com sede e Te demos de beber?
Quando é que Te vimos peregrino e Te recolhemos,
ou sem roupa e Te vestimos?
Quando é que Te vimos doente ou na prisão e Te fomos ver?’.
E o Rei lhes responderá:
‘Em verdade vos digo: Quantas vezes o fizestes
a um dos meus irmãos mais pequeninos,
a Mim o fizestes’.
Dirá então aos que estiverem à sua esquerda:
‘Afastai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno,
preparado para o demónio e os seus anjos.
Porque tive fome e não Me destes de comer;
tive sede e não Me destes de beber;
era peregrino e não Me recolhestes;
estava sem roupa e não Me vestistes;
estive doente e na prisão e não Me fostes visitar’.
Então também eles Lhe hão-de perguntar:
‘Senhor, quando é que
Te vimos com fome ou com sede,
peregrino ou sem roupa, doente ou na prisão,
e não Te prestámos assistência?’
E Ele lhes responderá:
‘Em verdade vos digo: Quantas vezes o deixastes de fazer
a um dos meus irmãos mais pequeninos,
também a Mim o deixastes de fazer’.
Estes irão para o suplício eterno
e os justos para a vida eterna».
Palavra da salvação.

Gosto mais de o ver como “Coroa”… Jesus Ressuscitado é a Coroação de toda a História, o “ponto de chegada” do Projecto Criador que se abre em “ponto de começo” de uma Nova Criação e uma Nova Humanidade. Dizer que ele é a coroação de toda a História significa perceber o alcance divino da proclamação feita por Pilatos: “Eis o Homem!” (...) Eis, finalmente, o Homem como Deus o sonhou! Eis, nele, a realização da Vocação Humana! Eis o Homem, finalmente, cuja máxima dignidade e grandeza é ser Filho de Deus. Ei-lo!

Desde o princípio, marcado pelo pecado, que Deus andava correndo atrás do Homem (em hebraico: Adam), à procura do Homem que tinha sonhado/criado… O livro do Génesis é que nos dá este símbolo tão bonito, dizendo que depois do pecado Deus desceu para passear com Adam e, não o encontrando, percorria o Jardim chamando por ele com a expressão que as mães do Seu povo chamavam os seus filhotes à hora de comer ou quando não sabiam deles: "Ayeca! Ayeca! Onde estás! Onde estás!"

À procura, sempre, até Jesus, o Cristo, em que encontrou finalmente o Homem que procurava. “Eis o Homem!” “Finalmente, estás aqui…”, pode dizer Deus descansado… O Ser Humano à Sua imagem e semelhança, tal como o via desde sempre no Seu Coração…

Mataram-no… Porque o seu Reino não era deste mundo. Nem era doutro. Era outro…

Mas Deus, que o tinha encontrado finalmente, que o tinha Ele mesmo gerado no Seu Amor desde o princípio da Criação e o tinha suscitado no meio de nós, não estava disposto a perdê-lo. (...)

Toda a História estava encaminhada para ele, e Deus nunca permitiria que o ponto de chegada da Sua Criação fosse o fracasso de uma vida imposto pela injustiça e pelo pecado.

O Espírito que invade Jesus e o re-suscita no Poder do Pai torna-se a nova maneira de Jesus se relacionar com esta Humanidade que o gerou para o Pai e que é gerada nele pelo Pai como um Corpo Filial.

Ele é o Primogénito de uma Família incontável de Irmãos… Toda a História se dirige para ele, Alfa e Ómega de toda a Criação segundo a Vontade Amorosa de Deus, ou seja, ponto de começo e ponto de chegada… que se torna um novo começo… até àquele começo que não terá mais fim…

Acredito em Jesus, re-suscitado por Deus-Abba, como coroação de toda a História… Esta coroação da História, ou seja, a sua Redenção (libertação das forças do pecado) e Glorificação (divinização da marcha humana), começou na Hora da sua ressurreição e chegará à sua plenitude quando todos os seres humanos tiverem vencido a fronteira da morte e estiverem sentados a Mesa do Banquete de Deus, recriados e reconciliados como filhos de Deus-Pai e irmãos entre si.

Acredito.

.. Gosto de ti
, pronto.

Gosto de ti. Gosto muito de ti. ...

Gosto tanto de ti… É tão bom ter-te


•amissãoadblog-mteresamonteiro
•Anawim
•Asas da Montanha
•Confessio XXI
•Cristalizarte
•Deus e outras coisas...
•Duc In Altum
•Húmus
•Jovem Atento
•Jovens e Missão
•Mansidão
•No Coração de Deus
•O Sobrinho
•Padre Ângelo
•PADRECARLOS
•Via Cristo
•Católicos Somos
•Chamado de Deus
•Galera Católica
•Guia de Blogs Católicos
•http://www.cathoogle.com/
•http://www.ecclesia.pt/
•http://www.googlecatolico.com.br/
•http://www.myspace.com/vocacoes
•Igreja Online (Portal da Igreja)
•IHU - Instituto Humanitas Unisinos
•Lemos [ideias]
•Miles Ecclesiae
•O Blog do Jovem Católico
•Pastoral da Cultura °Blog°
•Renata Cavanha
•Repórter de Cristo
•União de Blogs Católicos
•Ver para Crer
•Vocacionados Menores
•Vocação
•A Capela
•A Partilha
•A Voz do Goulinho
•Apologeta
•Blog da Paróquia do Santíssimo Sacramento
•Coisas
•Conhecer e seguir Jesus...
•Deus em Tudo e Sempre
•grupo a caminho
•In Aeternum Amor Dei!
•Mar com sabor a Canela
•Maralto
•Na Casa da Vovó...
•Na Sacristia
•O Amor de Deus
•O Intercessor
•Partilhas em Fa menor
•Que é a Verdade?
•Raízes do Mundo
•saovicentexira
•Sede de Deus
•Somos Servos da Virgem Gloriosa
•Teologar
•Vem Senhor Jesus
•Pe. César Cruz
•Padres Inquietos
•Viver com Alma
•Derrotar Montanhas
•Ouvido do Vento
•jardim de luz
•Allahu Akbar
•Confessionário dum padre
•Espatódea
•Toques de Deus
•Cidade Eterna
•Otimista por Opção
•Egofonias
•Ao jeito de Taizé
•apenas oração
•Cantinho das Orações
•Chama de Amor Viva
•Gratidão
•M u l t i o l h a r e s
•Salmos
•Silêncio para Deus

•...e cearei com Ele!
•A Caminho
•Liturgia
•Liturgia das Horas
•Quando ficou a sós com eles...